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Seria uma maravilha ver a mulher tratada como merece.

Não vou abordar à diferença salarial entre atores, pois já bombou nas mídias digitais e sociais  que supostamente, a atriz Gal Galdot interpretou por 300 mil dólares o papel da Mulher-Maravilha , equivalente a 2% dos 14 milhões de dólares que o ator Henry Cavill pode ter recebido por fazer o papel do Super-Homem.

Bom, pra começo de conversa, sou apaixonado pela sétima arte, mas particularmente, o segmento de filmes de heróis não me agrada. Claro que existem algumas exceções como a trilogia “Batman: o cavaleiro das trevas”. E olha amigo, já assisti muitos filmes lançados.

Neste final de semana fui ao cinema assistir o filme Mulher-Maravilha acompanhado da minha namorada. E vou te falar, o filme é f#d@!

Antes de tudo, farei um pequeno resumo de quem é a Mulher-Maravilha:

***CONTÉM SPOILER!

Filha da rainha Hipólita com o deus grego Zeus, Diana foi criada num reino desconhecido e escondido chamado de Themyscira, na Ilha do Paraíso. Na fase adulta, foi enviada ao mundo dos homens durante a Segunda Guerra Mundial lutar ao lado dos Estados Unidos, mas o seu verdadeiro inimigo é o deus Ares.

A Mulher-Maravilha e o deus Ares

Sabe aquele filme que você torce para não terminar? A atriz israelense Gal Galdot, gravou algumas cenas de ação grávida de cinco meses, esbanjou força, confiança e além de exterminar o deus Ares, colocou muito marmanjo no seu divido lugar. Muito bem explorado, o filme nos mostra como a mulher é taxada por muitos com inferioridade e deboche. E amigo, como foi bom ver o cinema delirando com os personagens machões quebrado a cara.

Vou ser sincero, a cena que ao meu ver teria tudo para ser tosca no papel de um homem, como correr se defendendo de balas das armas dos vilões, no papel da Mulher-Maravilha foi emocionante. Uma verdadeira analogia da luta que a mulher tem em todos os segmentos da sociedade.

 

Falando em sociedade, outro quesito que me chamou bastante à atenção e me fez refletir é como o filme trata à diferença entre a raça humana e as amazonas (as que nasceram na Ilha do Paraíso). Em Themyscira não existe mentira, traição, desigualdade e muito menos desesperança. Quando Diana chega ao nosso mundo, há um choque de realidade, ela conhece o nosso lado ruim e não entende e muito menos se conforma com inúmeras atitudes, como a desumanização.

Pode parecer apenas ficção, mas o filme trata de muitas coisas que precisamos e devemos mudar, à começar por respeitar as nossas guerreiras…a mulher!

Parabéns Diana, você merece ser símbolo da luta pela igualdade, o feminismo.

 

 

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