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FELICIDADE – Como é a sua?

Será que você conhece mesmo o que é a sua Felicidade? Você é feliz? Você está feliz? Você sabe construir caminhos até ela?

A Felicidade é um dos temas centrais da Filosofia e muito já se escreveu sobre o assunto. Mas parece que a ideia de Felicidade, como centro da existência humana, nunca foi tão envolvente e ao mesmo tempo tão cruel.

Hoje somos todos obrigados a ser felizes. Todos os dias, todas as horas.

Você não tem Facebook? Hummm…. Você não posta o seu selfie sorridente, que  acaba escondendo aquela praia maravilhosa, e ainda coloca KKKKKKK? Hummmm….

Então como você faz para provar para todo mundo que é feliz?

Sim, por que não basta a tarefa banal de ser feliz. Você ainda deve provar a sua Felicidade ao mundo. Preferencialmente com muitos kkkkkkkkkk e muitos rsrsrsrs.

E assim segue a vida, meio fake, meio sem sentido. Todo mundo correndo atrás de uma Felicidade padronizada tão obrigatória quanto desconhecida.

Felicidade é uma sensação? É a realização de um desejo? É ter? É fazer? É ser? Tem a ver com a ideia mítica de um Eden como o de Adão e Eva?

No mundo líquido em que vivemos, não existe mais uma régua de medir Felicidade. E mesmo se houvesse, a minha seria diferente da sua. O que me faz feliz, não é o mesmo que te faz feliz. E mesmo que nós dois estivéssemos felizes, a maneira de vivenciar nossas Felicidades seria diferente.

É aqui que o bicho pega. E feio.

Se é certo que somos 7 bilhões de seres humanos no planeta, certo é que existem 7 bilhões de formas de ser feliz.

Para sair desta enrascada, só existe um caminho: conhecer-se.

CONHECE-TE A TI MESMO

Desde a antiga Grécia, a frase “conhece-te a ti mesmo” representa orientação e ao mesmo tempo advertência. Sem este conhecimento, pouca coisa neste mundo fará sentido para você.

É preciso conhecer, de fato, os seus valores. Conhecer o que tira você da cama todas as manhãs. Saber o que o coloca na plenitude da sua capacidade física e mental.

Tão importante quanto, é preciso conhecer os próprios limites. Mas atenção: conhecer limites não é limitar-se. Limites só podem ser superados se forem re-conhecidos.

A enorme maioria das pessoas não se conhece, nem se reconhece. Fazem de si mesmas uma imagem quase sempre acima ou abaixo do que, de fato, são. E isso não traz outro resultado além de ansiedade, frustração e, claro, infelicidade.

Então, ser feliz de verdade é, apenas uma questão de escolha.

Escolha ser feliz. Escolha conhecer-se.

Cara, pode não ser fácil mas é fascinante.

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