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Você faz parte dos 120 milhões de brasileiros que não vivem sem o WhatsApp

O aplicativo WhatsApp foi criado pelo ucraniano Jan Koum, em 2009. Após cinco anos, o projeto de investimento inicial de 250 mil dólares, foi vendido por exatos 22 bilhões de dólares e hoje tem o Facebook como dono.

Simples, rápido e eficiente. É praticamente impossível pensarmos em comunicação sem “mandarmos um Zap”, como ficou popularmente conhecido. Ligação? Difícil! Manda um áudio!

Grupos diversos, como o da família, amigos e trabalho. Sim, trabalho! Na época em que trabalhei em redação jornalística televisiva, o WhatsApp chegou, e muito, para auxiliar o trabalho. Grupos eram criados com apenas uma finalidade: promover maior velocidade da informação. O factual! Exemplo: grupo de jornalistas, policiais e assessores que trocavam informações, fotos e vídeos sobre o dia a dia da região.

O mercado se adequou. Cartões e fachadas utilizam, em sua grande maioria, o contatinho via WhatsApp. SAC? Orçamento? “Faz via Whats!

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Mas é claro que o ser humano não vive apenas de trabalho. E os grupos de amigos? Bom, aqui o bicho pega! Uma verdadeira “confraternização” online sem hora para acontecer. Você consegue contar quantos grupos faz ou fez parte? É bem difícil!

Tem até grupo de pessoas que você nem conhece. “Pô, fulano, faço parte de um grupo do WhatsApp que fala apenas de coisas que você gosta. Vou te add!” Quem nunca?

Grupo da família…Bom, aí é um pouco mais complicado! Memes, artes de “Bom Dia, grupo” e indiretas são de lei. E se alguém dele sair? É levado tão a sério a ponto de ter trocado de sobrenome. Tem o tiozão das imagens, as fotos do bolo de cenoura e por aí vai…

Comunicação digital, esteja nela ou sinta-se excluído!

E ah, vamos torcer para que ele não fique offline, como em algumas ocasiões. Ficamos perdidos!

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