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Impossível é esquecer a Copa do Mundo FIFA 1994

Ano de Copa do Mundo e é claro, o assunto na mídia não poderia ser outro, mas o texto de hoje não segue bem esse foco dos preparativos à Rússia…

O ano de 1994

Copa do Mundo dos Estados Unidos e eu era apenas uma criança da quarta-série do primário empolgado em ver à seleção canarinho jogando. O meu pai, como um bom amante do futebol, incentivava os seus filhos comprando souvenir da seleção e copa, como bonés, apitos, bandeiras, camisetas e camisas.

O cara da época foi um baixinho carioca que usava um brinco dourado pendurado na orelha esquerda. Andava com marra, voava em campo, matava qualquer bola e balançava as redes. Romário, o craque do Barcelona da Espanha, era o personagem que toda criança carregava nas peladas de rua. E claro que comigo não foi diferente!

Morava no centro de Jundiaí, em uma das principais ruas que cortam à região, a Rua da Padroeira. Só para se ter uma ideia, meu irmão e eu jogávamos bola em frente ao prédio, ao lado do Banco do Brasil. Fazendo um comparativo meio rápido, é como se  batesse um futeba, hoje, em dia de semana na Avenida Paulista, em São Paulo Capital.

Um pouco mais para cima e o calçadão da rua Barão de Jundiaí tornava-se um campo de futebol com nós, moradores de rua e pessoas que passavam. Cruzamento de bola e gol entre os postes e placas.

Essas boas memórias ficaram ainda mais presente com um achado, nesta semana. Ao fuçar no maleiro de minha mãe, em busca de algo guardado da época, achei uma boa parte física do que foi o ano de 1994. Além de itens de colecionador do meu grande time de coração, o Corinthians (escreverei sobre nas próximas semanas), lá estavam camisas e camisetas da “WorldCup USA 94”.

Nós frequentávamos feiras aos domingos de manhã e lembro muito bem que os produtos do campeonato brasileiro de futebol, além da NBA, ficavam expostos nas barracas. E foi em um desses passeios que ganhei a camisa que passei os meses de junho e julho: a da Seleção Brasileira de Futebol. Uma réplica no tamanho P adulto! “Aquelas que ficavam penduradas no varal da feira“? A própria! Mesmo gigante, como eu usei e beijei aquele escudo.

Copa do Mundo de 1994, nos Estados Unidos. Aos meus 33 anos de idade, a melhor que vivi.

Acabou, é tetra! É tetra

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